A falta de recursos pode paralisar as obras para extensão da vida útil de Angra 1, conforme auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) na Eletronuclear. O objetivo da expansão é possibilitar a operação da planta por mais vinte anos, até 2044.
O TCU analisou cinco contratos que totalizam R$ 438 milhões, sob relatoria do ministro Jorge Oliveira. O cronograma de obras se estende até 2028 e tem um custo estimado superior a R$ 3, 5 bilhões.