O DNA Santo Antônio Energia: Contribuindo na transformação da geração hídrica do brasil

Por: Santo Antônio  |    25/11/2019
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Quinta maior geradora hídrica do país e uma das 20 maiores do mundo, a Hidrelétrica Santo Antônio colabora no desenvolvimento da energia elétrica nacional.

Da energia do rio para a energia que transforma o país. A geração hídrica é principal fonte da matriz elétrica nacional, com 66,6%. Matriz que é também considerada limpa por conta da energia renovável produzida pela força das águas. E a Santo Antônio Energia tem importante papel nessa geração, sendo responsável pela implantação e pela operação da Hidrelétrica Santo Antônio, localizada no rio Madeira, a sete quilômetros de Porto Velho, em Rondônia.

Quinta maior geradora hídrica do país e uma das 20 maiores do mundo, a Hidrelétrica Santo Antônio encontra-se na geração plena, com todas as 50 turbinas em operação comercial e potência instalada de 3.568 Megawatts. Energia suficiente para o consumo de mais de 45 milhões de brasileiros. A hidrelétrica começou a gerar energia em 30 de março de 2012, nove meses antes do cronograma original. Toda a experiência dos acionistas foi aplicada no planejamento e na operação de um projeto inédito, capaz de contribuir para a segurança energética da Região Norte e de todo o Brasil.

A energia produzida em 44 turbinas da Hidrelétrica Santo Antônio percorre cerca de 2.400 km por meio do “Linhão do Madeira” – a maior linha de transmissão de corrente contínua do mundo, saindo de Porto Velho até a cidade de Araraquara, no interior de São Paulo. De lá, a energia é distribuída para diversos estados brasileiros por meio do SIN – Sistema Interligado Nacional.

"A energia produzida em 44 turbinas da Hidrelétrica Santo Antônio percorre cerca de 2.400 km por meio do 'Linhão do Madeira' – a maior linha de transmissão de corrente contínua do mundo."

Outras seis turbinas produzem energia com dedicação ao atendimento do sistema regional Rondônia – Acre, abastecendo até 40% do consumo dos dois estados por meio de uma linha específica de transmissão em 230 Kv.

O projeto somente foi possível pela união de empresas brasileiras líderes na implantação e operação de hidrelétricas: Furnas Centrais Elétricas (43,05%), Caixa FIP Amazônia Energia (19,62%), Odebrecht Energia do Brasil (18,25%), SAAG Investimentos (10,53%) e Cemig Geração e Transmissão (8,53%).