No setor imobiliário corporativo e de infraestrutura, o valor de um imóvel sempre esteve associado a duas variáveis fundamentais: localização e custo de construção. A agenda de sustentabilidade, quando entrava no planejamento, costumava ocupar um lugar secundário, muitas vezes percebida como um simples compromisso reputacional ou uma linha de despesa adicional.
Contudo, essa fórmula perdeu a validade à medida que os vetores de risco e rentabilidade do mercado se reconfiguraram. A volatilidade nas tarifas de energia, novas exigências de investidores e a busca por eficiência operacional transformaram a gestão energética na principal métrica de preservação de capital.