A adoção de um modelo que permite o enchimento de botijões de gás de cozinha fora das distribuidoras, por meio de microestações, é um dos fatores que explicam porque o crime organizado não atua no setor de gás liquefeito de petróleo (GLP) na "frica do Sul, afirma Natália Giampietri, co-fundadora e CEO da PayGas Brasil.
?Isso não é um problema na "frica do Sul, justamente porque esse modelo existe", afirma a CEO. Há sete anos a empresa atua no país africano, que adota o modelo de enchimento fracionado, operacionalizado por meio das microestações.