A indústria sucroenergética brasileira está diante de uma transformação que pode redefinir seu papel na transição energética global. Depois de décadas sustentada principalmente pela demanda do setor automotivo nacional, a cadeia do etanol começa a enxergar novas frentes de crescimento em segmentos considerados estratégicos para a descarbonização da economia mundial, como aviação, transporte marítimo, logística pesada e indústria de baixa emissão.
A indústria sucroenergética brasileira mira novos mercados como aviação e navegação, podendo dobrar a produção até 2040.
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