Um dos grandes impasses da estratégia global de financiamento climático é quem deve pagar a conta. Países desenvolvidos são cobrados a financiar a transição nos emergentes desde o Acordo de Paris, e a meta de US$ 300 bilhões anuais até 2035 é vista como insuficiente.
Este é o ponto-chave para Lizeth Palencia, head para América Latina do PRI (Principles for Responsible Investment), organização apoiada pela ONU. "Para alcançar a transição, é preciso, sobretudo, financiamento para mercados emergentes", afirmou à Bloomberg Línea.