O avanço da economia digital e a necessidade de descarbonização dos grandes centros de processamento de dados estão redesenhando os critérios de atração de capital para o ambiente de infraestrutura no Brasil.
Diante da saturação de redes de transmissão em tradicionais fronteiras elétricas e da busca global por energia limpa contínua, o Rio Grande do Sul desponta como um dos mercados mais promissores para captação de investimentos privados, com potencial estimado em até R$ 60 bilhões nos próximos dez anos.