O mercado varejista de energia elétrica no Brasil se aproxima de 2026 diante de um dos períodos mais desafiadores desde a ampliação do mercado livre. A combinação entre preços elevados da energia, o fim de subsídios relevantes e a desaceleração no ritmo de migrações têm pressionado margens.
Essa situação coloca em xeque modelos de negócio baseados em estruturas comerciais e operacionais bastante custosas. Nos últimos anos, a estratégia predominante no varejo de energia esteve fortemente ancorada na promessa de economia ao consumidor sem nenhum tipo de investimento.