Em 2025, o clima deixou de ser apenas um tema ambiental e passou a ser um fator direto de custo econômico. Em governos, empresas e mercados financeiros, a questão central já não é se o aquecimento global existe, mas quanto ele custa e como afeta cadeias produtivas, infraestrutura, crédito e seguros.
A ciência avançou com clareza, mas a execução política e econômica seguiu aquém do necessário, ampliando a distância entre diagnóstico e resposta. Os dados reforçaram a gravidade do momento. Informações do Copernicus indicaram 2025 entre os anos mais quentes da série histórica, com médias próximas de 1, 5°C acima do nível pré-industrial.