A urgência da transição energética nunca foi tão clara. Em 2024, o ano mais quente já registrado, há sinais de que ultrapassamos o limite de 1, 5°C do Acordo de Paris, um alvo crítico em relação aos níveis de emissões pré-industriais, com consequências severas para ecossistemas, clima e saúde humana.
As emissões globais de CO? alcançaram 37, 8 Gt, com o setor de energia respondendo por 42% e a indústria por 24%, principalmente devido à produção de aço, cimento e produtos químicos. Cumprir as metas climáticas exige a descarbonização industrial, e o Brasil, com sua matriz renovável e ambiciosa política industrial, tem uma oportunidade única de liderança.