A Bahia entrou no mapa global das renováveis firmes, segundo relatório divulgado nesta semana pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena). O levantamento aponta que projetos híbridos de solar com baterias em regiões de alta irradiação, como o estado brasileiro, já conseguem entregar energia 24 horas por dia a custos competitivos frente a novas térmicas fósseis.

Segundo o estudo, sistemas solares com armazenamento em regiões de alta qualidade de recurso, como a Bahia, no Brasil, e regiões na "ndia, Austrália e "frica do Sul, apresentaram custos firmes entre US$ 65 e US$ 82 por MWh em 2025, com potencial de queda para entre US$ 44 e US$ 58 por MWh até 2030. Os valores já se aproximam, e em alguns casos ficam abaixo, dos custos de novas usinas fósseis.