A decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que validou a lei do Mato Grosso que restringe incentivos fiscais a empresas que aderem à Moratória da Soja, gera incerteza. Isso ocorre no momento em que o Brasil tenta projetar globalmente seus biocombustíveis, sobretudo o biodiesel e o combustível sustentável de aviação (SAF).
Para Paulo Costa, ex-coordenador de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia e um dos responsáveis pela elaboração do Renovabio, o país corre o risco de minar justamente o ativo ambiental que sustenta essa estratégia internacional.