A aceleração da agenda de descarbonização e a consolidação de novas matrizes de propulsão colocaram a indústria automotiva brasileira diante de um complexo ponto de inflexão regulatória e tecnológica.
O avanço dos veículos elétricos e híbridos, associado à expansão da inteligência artificial e de sistemas baseados em software, redefine as cadeias globais de suprimentos. Isso exige que o ecossistema nacional responda simultaneamente à pressão por transição energética e aos gargalos históricos do ambiente de negócios do país.