Para cada US$ 1 investido globalmente na proteção da natureza, cerca de US$ 30 financiam sua degradação. Esse desequilíbrio acelera a crise climática e causa impacto na economia mundial, com efeitos diretos sobre setores estratégicos do Brasil, como o agronegócio, comprometendo a competitividade do país.
A avaliação é do conselheiro do HUB de Economia e Clima do Instituto Clima e Sociedade (iCS), Rogério Studart, a partir da análise de um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o State of Finance for Nature 2026, publicado no fim do mês passado.