A operação, concluída formalmente em 30 de janeiro de 2026, abrange um empreendimento de 135 quilômetros de extensão que interconecta sistemas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O ativo detém uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 66 milhões, valor fundamental para a composição do fluxo de caixa e remuneração de capital de longo prazo da infraestrutura elétrica.
O desinvestimento não é um fato isolado, mas uma peça central na diretriz de eficiência do grupo luso-brasileiro. A companhia destaca a relevância do movimento para a saúde financeira do grupo.
"Essa operação faz parte da estratégia de rotação de ativos no negócio de transmissão no Brasil, definida no Plano de Negócios 2023-2026." Este modelo de reciclagem de ativos permite que grandes players do setor elétrico liberem capital de projetos.