? medida que 2025 se aproxima do fim, empresas brasileiras têm diante de si uma oportunidade estratégica rara: usar esse momento de transição não apenas para fechar balanços, mas para redefinir o próprio modo como tratam energia, eficiência e resiliência. A preparação para 2026 começa exatamente aqui, no ponto em que o presente pressiona e o futuro exige clareza.
E esse futuro já se desenha com nitidez quando olhamos para os dados mais recentes. Em 2024, a matriz elétrica do Brasil atingiu 88, 2% de participação de fontes renováveis, segundo o Ministério de Minas e Energia. Esse patamar coloca o país em uma posição de vantagem global e abre espaço para que empresas internalizem, de forma madura, práticas de gestão energética mais inteligentes.