O avanço da matriz renovável brasileira colocou a eficiência energética no centro da agenda do setor elétrico. No Dia da Eficiência Energética, o debate ganha novo contorno: não basta ampliar a geração, é preciso modernizar redes, integrar armazenamento e otimizar o consumo final para evitar desperdícios sistêmicos.
Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que, em 2024, 88, 2% da eletricidade gerada no Brasil teve origem em fontes renováveis, com 24% provenientes de usinas solares e eólicas. O desempenho reforça o protagonismo da matriz limpa, mas expõe um desafio estrutural: transformar expansão em eficiência real no sistema.