A indústria brasileira defende que o mapa do caminho para a transição dos combustíveis fósseis, em elaboração pela presidência da COP30, deve ser agnóstico em relação à tecnologia e focar na eficiência.
Em entrevista à agência eixos, o presidente da Sustainable Business COP30 (SB COP), Ricardo Mussa, critica a ideia de um teto para produção de óleo e gás. Ele avalia que o cenário de guerra pode mudar um pouco as prioridades, mas a adoção de renováveis deve seguir em expansão.