O primeiro leilão de transmissão de energia de 2026, realizado nesta sexta (27/3) na sede da B3, em São Paulo, terminou com todos os cinco lotes arrematados. O deságio médio foi de 50, 68% sobre a Receita Anual Permitida (RAP) máxima estabelecida pela Aneel, o maior percentual registrado desde 2020, conforme a agência.
A diferença entre os valores ofertados e o teto da RAP, ao longo do prazo de validade dos contratos, será de R$ 7, 6 bilhões. O diretor relator das regras do leilão, Fernando Mosna, atribuiu o desempenho positivo à estratégia da agência de dividir lotes em sublotes, como ocorreu no lote 3.