O lucro líquido de R$ 52, 4 bilhões registrado pela Petrobras no segundo trimestre de 2026 reacendeu o debate sobre o ritmo da transição energética na maior empresa do país.
Após a divulgação do balanço financeiro, organizações ambientalistas passaram a questionar a estratégia de alocação de capital da estatal, argumentando que os resultados históricos e o cenário favorável para a geração de caixa poderiam acelerar investimentos em energias de baixo carbono. A crítica ocorre em meio ao desempenho operacional recorde da companhia.