A transição energética brasileira avança de forma consistente. A expansão recente da matriz elétrica, impulsionada por fontes como solar e eólica, reforça uma posição já relevante do país: mais de 85% da capacidade instalada é renovável, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Contudo, observa-se uma questão que ganha espaço no debate setorial, ainda frequentemente abordada sob a ótica de seus efeitos em detrimento de suas causas: em que medida ampliar a participação de renováveis com geração intermitente pode, ao mesmo tempo, fragilizar o sistema elétrico?