Entre 2016 e 2020, o investimento em inovação na cadeia de hidrogênio dentro dos programas públicos e publicamente orientados do setor energético brasileiro saltou de R$ 4,9 milhões para R$ 28,9 milhões por ano, segundo dados da plataforma INOVA-E. Em 2024, a mesma cadeia tecnológica sustentou uma chamada estratégica de R$ 2,7 bilhões dentro do PDI ANEEL.
Esse salto de quase três ordens de grandeza em menos de uma década não é um acidente de mercado, mas sim a trajetória esperada de uma tecnologia amadurecendo na escala TRL, saindo de níveis exploratórios (TRL 2-3) para níveis de demonstração e implantação em escala (TRL 6-8). Gerir portfólio de PDI sem essa lente de maturidade tecnológica significa perder de vista exatamente esse tipo de sinal.