A abertura do mercado livre de energia elétrica no Brasil vem alterando profundamente a forma como consumidores, investidores, comercializadoras e desenvolvedores avaliam seus projetos. A energia deixou de ser apenas uma despesa operacional submetida à tarifa regulada e passou a ser elemento de estratégia empresarial, competitividade e gestão de riscos.
Nesse contexto, a autoprodução de energia ganhou protagonismo. Para grandes consumidores, ela pode representar uma estratégia de longo prazo para mitigação de volatilidade, integração com fontes renováveis, redução de exposição contratual e maior controle sobre o suprimento energético.