Todo sistema elétrico pode ser modelado por resistências, indutâncias e capacitâncias. Assim, qualquer dispositivo, incluindo transformadores, possui um modelo de circuito equivalente bem aceito por engenheiros e pela academia.
Contudo, o modelo padrão não contempla as capacitâncias parasitas, pois seu impacto é mínimo em frequências nominais (50 Hz ou 60 Hz). O cenário muda em fenômenos transitórios, com frequências muito superiores às da rede.