O setor de energia brasileiro vive um paradoxo: ao mesmo tempo em que reúne competências avançadas, grande capacidade de pesquisa e um ecossistema crescente de deep techs, enfrenta uma taxa alarmante de mortalidade de startups.
Esse cenário foi dissecado no painel de encerramento da Energy Week, realizada pelo CEPETRO/Unicamp entre 3 e 5 de dezembro, em Campinas (SP). Especialistas apontaram por que tantas tecnologias promissoras não se transformam em negócios reais.