A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de manter a bandeira tarifária amarela para o mês de junho joga luz sobre um dilema estrutural do Sistema Interligado Nacional (SIN): a abundância de capacidade instalada intermitente versus a escassez de recursos de ponta competitivos.
Com a taxa adicional fixada em R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos, reflexo direto do arrefecimento das afluências nas principais bacias hidrográficas e do consequente acionamento do parque térmico, o setor elétrico vê ressurgir o debate sobre a inserção de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) na retaguarda da geração distribuída.
A persistência do custo adicional sinaliza que, embora a matriz elétrica brasileira tenha se expandido a passos largos ancorada na fonte solar fotovoltaica, o desenho operativo atual ainda patina para gerenciar as variações de carga sem recorrer ao despacho fóssil.
A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de manter a bandeira tarifária amarela para o mês de junho joga luz sobre um dilema estrutural do
Continue lendo gratuitamente
Acesse com LinkedIn ou receba um link mágico por e-mail.
Sem senha. Sem cartão.
Link mágico. Só clicar para entrar.