Em meio ao avanço das metas globais de descarbonização, a infraestrutura começa a assumir um novo protagonismo no setor de óleo e gás. Mais do que suporte operacional, portos, terminais e sistemas logísticos passam a ocupar posição estratégica para viabilizar operações menos intensivas em carbono e acelerar a transição energética.
Esse movimento ganha força à medida que reguladores, investidores e a própria indústria ampliam a pressão por cadeias logísticas mais eficientes, resilientes e alinhadas às metas climáticas globais. Nesse cenário, crescem as chamadas trilhas de descarbonização, especialmente no segmento de midstream, combinando diferentes soluções tecnológicas e operacionais para reduzir a intensidade de carbono das atividades. Essa agenda vem sendo construída de forma cada vez mais colaborativa.