Apesar da iminência da abertura do mercado livre de energia a todos os consumidores, que deve demandar a adoção de tecnologias avançadas de medição e pode abrir portas para ofertas personalizadas, o setor de energia no Brasil está mais distante da inovação do que outras atividades econômicas.
Segundo pesquisa da PwC, no Brasil, 47% dos líderes em energia e utilidade pública veem a inovação como um componente crítico da estratégia de negócios. O montante é inferior à média do próprio país, incluindo outros setores da economia, que chega a 56%, e inferior à média global no setor de energia e utilidades, que é de 52%, indica a pesquisa.