O Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) entrou formalmente no debate sobre o corte forçado de geração renovável, o chamado curtailment. O posicionamento da pasta foca na preservação da competitividade da produção nacional.
Nesta terça-feira (24), o secretário adjunto do MDIC, Leonardo Ferreira, sinalizou que o governo federal mantém cautela. A postura é em relação a qualquer proposta que envolva o repasse dos custos operacionais de ociosidade do sistema para os consumidores finais, especialmente o setor industrial.