O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) busca avaliar a atuação da Receita Federal, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na fiscalização da Refinaria de Manguinhos, conhecida como Refit.
A representação, protocolada na quinta-feira (5/3) pelo subprocurador-geral Lucas Furtado, fundamenta-se em informações divulgadas pela revista Piauí. Estas detalham uma complexa rede internacional de proteção patrimonial, operada por Ricardo Magro, dono da Refit e residente nos Estados Unidos.