O mercado brasileiro de energia solar fotovoltaica atravessa uma mudança estrutural em sua proposta de valor. Se o setor consolidou-se sob a premissa da redução de custos e do retorno sobre o investimento (payback), o novo vetor de crescimento agora é a resiliência.
Dados recentes indicam que a autonomia frente às instabilidades da rede elétrica tornou-se o principal driver para a adoção de sistemas híbridos, aqueles que integram a geração solar ao armazenamento em baterias. Uma sondagem setorial realizada pela Helte, distribuidora focada no mercado B2B, quantifica essa transição: 66% dos consumidores que optam pela tecnologia híbrida têm como motivação primordial a função de backup.