A recente publicação da Lei 15.269, que define a abertura total do mercado livre até 2028, traz mudanças estruturais importantes ? como o fim do desconto da energia incentivada e a criação de novos encargos. Nesse novo cenário, torna-se indispensável avançar para um modelo tarifário baseado em sinais de preço.
Este modelo é capaz de entregar ao consumidor uma redução real na fatura de energia. A experiência internacional é clara: no Reino Unido, Austrália e Texas, tarifas horárias têm proporcionado reduções de 8% a 12% para consumidores engajados, com taxas de adoção entre 10% e 20%.